quinta-feira, 2 de outubro de 2014

PRIMEIRA AULA - MARCELO E A TECNOLOGIA

A primeira aula em que compareci (segunda semana de aula), eu e a turma fomos apresentados ao professor de questões de mídia digital Marcelo pereira. professor querido por todos e muito bem instruído no campo de mídia digital. Marcelo dá aulas em vários períodos para os alunos de design gráfico.
(sobre o professor)
Marcelo primeiramente nos mostrou a história do telefone, de um jeito especifico e detalhado de cada época e cada telefone inventado.
o telefone evolui de época em época, se aperfeiçoando, se mostrando cada vez mais versátil, ágil e complexo. chegando a representar e a realizar funções muito maiores que apenas o próprio telefone desempenha. o celular, hoje em dia, realiza operações variadas, representando um equipamento pequeno (de fácil manuseamento e portátil) e útil de várias formas. hoje em dia,aplicativos foram embutidos aos telefones para que estes pudessem evoluir como produto. por exemplo: ouvir e baixar músicas, filmar e tirar fotos, edição de fotos, rádio, armazenamento de fotos, conversa por chat-online em tempo real (com direito a visão da pessoa do outro lado, graças a web cams) e diversos outros ítens, os quais transformaram a comunicação pelo telefone e o celular em si em muito mais que comunicação entre duas pessoas. mas um objeto evolutivo muito maior.

-->a linha cronológica do telefone:
o telefone teve o seu berço nos rádios. aparelhos de comunicação mais primitivos, em que a comunicação era em tempo real, mas a conversa, o diálogo, não era possível. apenas uma certa mensagem, de alguém que estivesse de algum lado poderia ser passada. sem retorno depois da mensagem até então.

>motorola lança o primeiro rádio comercial para carros em 1930
Galvin Manufacturing Corporation começou a vender rádios Motorola para os departamentos de polícia e municípios, em novembro de 1930 Entre os primeiros clientes (todos no estado americano de Illinois) foram a Vila de River Forest; Vila de Bellwood Departamento de Polícia; Cidade da Polícia Evanston; Polícia Rodoviária do Estado de Illinois; e Cook County (região de Chicago) Polícia.
>Rádios de polícia:1936
>rádios são utilizados na guerra:1940>o "tijolão"
>primeiro pró-celular de uso popular:o pager>1955
>martin cooper:primeira chamada>1973




Em 18 de junho de 1930, Galvin Manufacturing Corporation vendeu dois rádios Motorola para W. Oldenburger na Cidade do México. Esta foi a primeira venda registrada de um produto da marca Motorola fora dos Estados Unidos                                                                




Carro da polícia em 1936, superequipado para comunicação via rádio… Só que não era muito portátil…mas mesmo assim o rádio foi utilizado pela polícia com eficácia. mostrando que a comunicação era necessária em maior escala, e por diversas razões.







Os anos de 1940 e 1950 assistiram ao aumento da produção de aparelhos de rádio, à implantação da televisão no Brasil e à fabricação de televisores. Nos anos de 1940, a instalação de indústrias foi favorecida pelas dificuldades de importação decorrentes da Segunda Guerra Mundial, pela proteção das Forças Armadas, e pelo interesse estratégico de manter autonomia em relação a alguns produtos de interesse para a defesa nacional.
A fabricação de rádios e televisores tem muito em comum. Utilizam a mesma técnica e as mesmas linhas de montagem. A partir da experiência na fabricação de rádios foi iniciada a fabricação de televisores, uns e outros com componentes cada vez menos importados. Estabeleceram-se fábricas de válvulas. 
As partes do circuito que envolviam bobinas e fios de cobre passaram a ser produzidas em massa no Brasil, tanto para circuitos sintonizados de radiofreqüência como para outras finalidades, como os Flybacks para geração de sinais de varredura e de alta tensão utilizadas nos tubos de imagem da TV. Os próprios tubos de imagem passaram a ser fabricados aqui. Nessa época viabilizaram-se indústrias de pequeno porte e fabricantes locais, muitas vezes originadas de oficinas de consertos.





Os primeiros pagers somente dispunham de notificação por áudio, tais como uma série de "bips", para indicar a recepção de uma mensagem. A parte contactada tinham então de telefonar para o centro de controle de chamadas para receber as mensagens de um operador ou de um dispositivo primitivo de correio de voz. Alguns modelos antigos incluíam um alto alante e receptor de áudio analógico; ao receber uma mensagem, o altofalante era acionado e o utilizador ouvia uma voz humana lendo a mensagem. Pagers posteriores usaram mensagens digitais, primeiramente numéricas e posteriormente alfanuméricas, para prover o destinatário com informações adicionais.


 >martin cooper:a primeria chamada>1973

  O conceito de comunicações móveis utilizando uma rede celular nasceu em 1947, dentro da Bell Laboratories, o departamento de pesquisa da AT&T, a única operadora norte-americana nessa altura. Na altura, a idéia não era realizável devido a dificuldades na disponibilização de espectro de rádio por parte das autoridades. Mas a partir de 1960, a Bell Labs e a Motorola começaram a estudar o conceito e a procurar colocá-lo em prática. A corrida ao celular foi vencida pela Motorola a três de Abril de 1973, graças aos esforços de Cooper que pretendia que as pessoas fossem capazes de transportar e utilizar o seu telefone em  todos os lugares.
  Martin Cooper nasceu em 1930 e foi criado em Chicago, tendo tirado um curso universitário em engenharia no Instituto de Tecnologia de Illinois. Após ter servido quatro anos na marinha dos Estados Unidos em vasos de guerra, Cooper trabalhou numa companhia de telecomunicações durante um ano. Em 1954 foi contratado pela Motorola, que na altura se dedicava a fabricar sistemas portáteis. Cooper iniciou o seu trabalho no desenvolvimento de sistemas de rádio portáteis para agentes da polícia, subindo gradualmente dentro da Motorola até ser o chefe da pesquisa dentro da tecnologia celular. Cooper defendeu que a revolução celular passava pelas pessoas utilizarem os seus telefones onde quisessem, não apenas em automóveis. Para que sua idéia fosse aceita, foi-lhe necessário convencer alguns dos próprios dirigentes da Motorola, que se encontravam cépticos deste conceito.
  Martin Cooper deixou a Motorola em 1983, encontrando-se atualmente à frente da Arraycomm, uma companhia que desenvolve soluções alternativas de recepção de comunicações móveis. Numa entrevista recente concedida à Business Week, o visionário de 70 anos considerou que a opção pelas massas dos telemóveis não é nada mais que o velho sonho da AT&T tornado realidade: quando alguém nasce é-lhe atribuído um numero de telefone e se essa pessoa não atende é porque está morta. Ao falar sobre a futura terceira geração, Cooper defendeu que toda a excitação sobre a mesma vai dar lugar a desapontamento. Os sistemas 3G irão ser úteis na transmissão de voz, mas no caso dos dados pouco irão fazer para alterar a situação atual devido aos constrangimentos físicos das freqüências de rádio, argumenta Cooper.

>primeira,segunda e terceira geração analógicas 
Há diferentes tecnologias para a difusão das ondas eletromagnéticas nos telefones móveis, baseadas na compressão das informações ou na sua distribuição: na primeira geração (1G) (a analógica, desenvolvida no início dos anos 1980), com os sistemas NMT e AMPS; na segunda geração (2G) (digital, desenvolvida no final dos anos 1980 e início dos anos 1990): GSM,CDMA e TDMA; na segunda geração e meia (2,5G) (uma evolução à 2G, com melhorias significativas em capacidade de transmissão de dados e na adoção da tecnologia de pacotes e não mais comutação de circuitos), presente nas tecnologias GPRSEDGEHSCSD e 1xRTT; na terceira geração (3G) (digital, com mais recursos, em desenvolvimento desde o final dos anos 1990), como UMTS e EVDO; na terceira geração e meia (3,5G), como HSDPA, HSPA e HSUPA. Já em desenvolvimento a 4G (quarta geração).


também foi ensinado a nós, até onde o ser humano poderia avançar em termos de computação. em termos de evolução tecnocógica em si. e assim temos o biohacking:


>BIOHACKING

Quando começaram a surgir os primeiros computadores voltados para o consumidor final, nos Estados Unidos, houve também a criação de uma espécie de movimento em que entusiastas se encontravam para apresentar e discutir seus avanços na computação. Muitos hackers dessa época foram os responsáveis por nomes que moldam a história da informática até hoje, como é o caso da Microsoft e da Apple.Hoje, algumas décadas depois, o ato de hackear — em seu sentido mais puro e curioso — está extrapolando os limites da informática e começa a invadir áreas científicas que, até então, estavam restritas a universidades e centros de pesquisas, principalmente pelo alto custo de seus métodos e equipamentos.No momento, há pessoas espalhadas pelo mundo todo com foco em uma atividade, no mínimo, interessante: hackear organismos vivos. O chamado biohacking tem crescido e despertado o interesse de cada vez mais entusiastas, mas isso tem alarmado autoridades que acreditam que esse hobby pode representar uma ameaça à paz.Biohacking parece assunto de ficção científica, mas já é realidade. No futuro, é muito provável que as crianças não estarão interessadas em modificar a configuração do computador, mas sim as propriedades biológicas do cãozinho da família.A ideia por trás dessa atividade é unir biologia e ética hacker, usando, para isso, conceitos da cultura “faça você mesmo” e a capacidade de aprender conceitos científicos sozinho, sem a ajuda de professores. Com isso, esses entusiastas acabam gerando pesquisas independentes e que abordam desde mudanças corporais — como a inserção de implantes magnéticos — até sequenciamento genético completo realizado em casa.Uma característica marcante do biohacking é o fato de que ele é composto apenas por indivíduos e pequenas empresas, estando completamente longe de instituições, acompanhamento de profissionais ou regulamentação governamental. O que levou a esse movimento foi a queda de preços de equipamentos especiais e que, hoje, podem ser encontrados até mesmo no eBay.A ideia desses “biólogos de garagem” é a de praticar ciência tanto por diversão quanto por lucro, sendo que muitos biohackers também se interessam pelo trans-humanismo, movimento que faz uso da tecnologia para contornar imperfeições do corpo humano.Um grande problema para o biohacking é o fato de que ele chama a atenção não apenas de entusiastas, mas das autoridades que acham que a prática pode oferecer perigo. Afinal, manipular microrganismos pode ser uma maneira de criar armas poderosas e que colocariam em risco a vida de todos.m 2004, o FBI e uma unidade federal de antiterrorismo invadiram a casa de Steven Kurtz. A razão? A esposa do artista, Hope Kurtz, havia falecido em casa, com problemas cardíacos. Quando os paramédicos do 911 chegaram, eles perceberam os experimentos biológicos artísticos de Kurtz. Na manhã seguinte, o artista foi obrigado a enfrentar um interrogatório de 22 horas, enquanto poderia estar arrumando o funeral de sua esposa.Os agentes do FBI procuravam por algum indício de que as bactérias manipuladas por Kurtz poderiam ter matado Hope e, na ocasião, confiscaram até o gato do casal com medo de que o bichano estivesse sendo usado para espalhar a praga pela vizinhança. Segundo depoimento do artista para o site BBC Future, ele chegou a lamber uma placa de Petri repleta de bactérias, para provar que elas eram inofensivas.Por mais que o FBI tenha razão em estar preocupado, vale a pena lembrar que malucos terroristas já eram capazes de manipular armas biológicas muito antes da onda do biohacking.
>HUMAN DEUS EX - o jogo e suas realidades
o jogo possui diversas ligações com a realidade, tendo em vista que para pessoas deficientes a tecnologia avançada da substituição de membros do corpo por próteses robóticas está cada vez mais perto. ela existe, o ciborgue existe. como você confere no vídeo abaixo. 





 

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